Precisando de um CD de Boot? Acabou de Achar
Continue lendo >>
Postado por Manutenção.net às 04:09 1 comentários
Marcadores: Boot, Ferramentas, Linux, Wallpaper, Windows
Artigos Relacionados:O Portable Ubuntu, é uma aplicação baseada na popular distribuição de Linux da Canonical, que não necessita de qualquer instalação. Isso mesmo leu bem, pode usar essa versão do Ubuntu em Windows sem ter que instalar. Melhor que isso, pode mesmo executar o Portable Ubuntu, a partir da sua pen usb e levar o melhor que o software livre lhe tem para oferecer, para todo o lado. Portable Ubuntu para Windows é um sistema Ubuntu rodando como um aplicativo do Windows. Portable Ubuntu para Windows é uma ferramenta útil para quando você precisa usar Ubuntu em uma máquina que tem o Windows como sistema operacional.
Pretende ver em ação o Portable Ubuntu? Então o seguinte seguinte vídeo será fundamental para ver todas as suas potencialidades.
Caso pretenda instalar software nesta versão do Ubuntu, ou fazer outra tarefa de manutenção que exija privilégios de administração, lembre-se a password é 123456
Continue lendo >>Postado por Manutenção.net às 03:00 1 comentários
Artigos Relacionados: Ubuntu é um livre, sistema operacional de código aberto que começa com a largura de Debian e acrescenta lançamentos regulares (a cada seis meses), um claro foco no usuário e usabilidade (que deveria "Just Work", TM) e um compromisso com atualizações de segurança com 18 meses de suporte para cada lançamento. Ubuntu vem com o mais recente lançamento do Gnome, bem como uma seleção de servidor e software desktop que faz para uma experiência confortável desktop off uma única instalação do CD.
Download : Ubuntu 8.10 Final
Continue lendo >>
openSUSE 11.0 DVD
openSUSE 11.0 KDE 4 32-bit Live CD
openSUSE 11.0 GNOME 32-bit Live CD
openSUSE 11.0 KDE 4 64-bit Live CD
openSUSE 11.0 GNOME 64-bit Live CD
via HTTP, FTP, BitTorrent
Os links estão disponíveis em:
http://software.opensuse.org/
Destacam-se entre suas novidades:
Compiz Fusion
Firefox 3.0
Banshee 1.0
KDE 4.0
E uma grande melhoria no sistema de instalação de software, muito mais rápido que as versões anteriores.
Continue lendo >>A princípio ocorreu-me limitar o número máximo de conexões por IP, mas já havia feito isso para uma empresa e achei que a solução além de ser uma gambiarra deteriorava bastante o desempenho da rede.
Lembrei-me então de algo que havia passado os olhos na documentação do Iptables que costumo acompanhar com freqüência. Um módulo chamado ipt_ttl.
Este módulo é o pivô de nossa solução. Vamos entender como ele funciona.
De forma resumida podemos entender o TTL (Time to Live) de um pacote não como uma unidade de "tempo" propriamente dita, mas como um valor que especifica quantos saltos ou hops como são chamados um pacote pode perdurar na rede. Isso é necessário para impedir que um pacote fica vagando ad eternum pela internet sendo enviado de um roteador a outro. O seu valor máximo é de 255.
Cada vez que um pacote atravessa um roteador da internet ele perde "um ponto" por assim dizer. Suponha que um pacote saiu de sua estação com um TTL de 127, que é o valor típico default da maioria dos sistemas operacionais, com destino a um determinado site e no caminho ele atravesse 6 roteadores, por cada um que ele passar ele "perderá" um ponto em seu TTL, então ele chegará a seu destinho com um TTL de 119.
Francamente não pesquisei a partir de que versão do kernel o módulo ipt_ttl passou a integrar o netfilter. O kernel que está rodando no sistema é um 2.6.23.11 e a versão do Iptables é a 1.3.8 sob a distro Slackware 12.0.
Para verificar se o módulo está compilado em seu sistema de o seguinte comando:
# modprobe -l | grep ttl
Estando, sua saída será algo parecido com isso:
/lib/modules/2.6.23.11/kernel/net/ipv4/netfilter/ipt_ttl.ko
Então vamos carregar o módulo, com o comando:
# modprobe ipt_ttl
Agora vamos ver os parâmetros do módulo ipt_ttl.
Em linha gerais ele pode ser aplicado nos chains INPUT, OUTPUT e FORWARD.
Ex:
# iptables -I OUTPUT -i eth0 -s 192.168.0.0/16 -m ttl --ttl-gt 127 -m mac --mac-source 00:9a:a2:d1:08:62 -j DROP
A regra acima nega a entrada de qualquer pacote que tenha um tempo de vida maior que 127 oriunda da rede local 192.168.0.0/16 e que possua o mac address 00:9a:a2:d1:08:62.
Mencionei este exemplo para mostrar que o iptables pode trabalhar com mais de um módulo por regra.
O que cada parâmetro faz:
Entendam que a solução não é inexpugnável, um cliente avançado com conhecimentos de TCP/IP e netfilter poderia alterar o TTL de seu SO e pendurar quantas máquinas desejasse atrás de seu gateway doméstico, trata-se apenas de uma forma de dificultar um pouco a ação destes clientes.
No Linux isso pode ser alterado em /proc/sys/net/ipv4/ip_default_ttl, os valores podem ser de 1 a 255.
No "outro sistema" desconheço qual a entrada no registry responsável por isso, mas que ela existe, existe.
Portanto ao implementarem esta solução em seus provedores façam-no de forma discreta, adotem a compartimentação de informação e não permitam que técnicos de campo fiquem a par da implementação.
Créditos ao meu amigo Carlos Affonso Henriques
Continue lendo >>Postado por Manutenção.net às 05:37 0 comentários
Artigos Relacionados:Access points baseados em PCs são formidáveis, muito superiores aos APs convencionais que empregam processadores de pequeno porte como os ARM e MIPS. Podem ainda agregar todos os serviços de um gateway de internet, DNS, proxy, autenticação e mesmo outros serviços, tudo reunido em um AP.
Preparando o Kernel
Primeiramente devemos baixar o driver Madwifi, o site do projeto é http://www.madwifi.org e a versão empregada em nosso caso foi a 0.9.4 a mais recente em 30 de abril de 2008.
Há duas formas de compilar o Madwifi, separadamente ou inserindo um patch ao Kernel e compilá-lo juntamente com o kernel como módulo ou built-in. A que adotaremos é a segunda como built-in.
Descompactando o driver:
# tar -zxvf madwifi-0.9.4.tar.gz
Certifique-se que há o link simbólico /usr/src/linux para manter a compatibilidade, caso não haja crie-o com o comando:
# cd /usr/src/
# ln -sf linux-2.6.25 linux
Zere todas as opções do kernel com o comando:
# make mrproper
Se isso não for feito o patch não será instalado na árvore do kernel.
Feito isso vá ao diretório patches que se encontra dentro do diretório onde você descompactou o driver Madwifi e execute o script install.sh:
# ./install.sh
Em seguida vamos configurar o kernel com o comando:
# make menuconfig
Devemos habilitar o recurso de bridge no kernel, que encontra-se no caso do 2.6.25 no seguinte ramo da árvore de configuração:
Networking -> Networking options -> 802.1d Ethrnet bridiging , marque-a como YES (built-in)
Devemos habilitar o suporte a wireless do kernel, que no caso do 2.6.25 encontra-se em:
Networking -> Wireless
Marque como YES (built-in) as seguintes opções:
<*> Improved wireless configuration API
[*] nl80211new netlink interface support
<*> Generic IEEE 802.11 Networking stack (mac80211)
< > Generic IEEE 802.11 Networking stack (DEPRECATED)
<M> IEEE 802.11 WEP encryption (802.11x)
Obs: Compile as opções abaixo se desejar implementar criptografia ao seu AP/servidor
< M> IEEE 802.11i CCMP support
< M> IEEE 802.11i TKIP encryption
<*> Software MAC add-on to the IEEE 802.11 networking stack
Obs: Esta opção é útil se você desejar alterar o endereço MAC de sua interface wireless
Habilitando o Madwifi no kernel no seguinte ramo da árvore do Kernel:
Device drivers -> [*] Network device support -> Wireless LAN
Desmarque todas as opções referentes ao chipset Atheros defaults do kernel e marque apenas as que foram habilitadas pelo patch.
<*> Atheros PCI/Cardbus cards
Atheros: Default transmition Rate Control Algorithm (Sample) --->
[*] Adaptive Mult-Rate Retry Control Algorithm
[*] Atsushi Onoe's rate control algorithm
-*- Sample rate rontrol algorithm
[*] A wandering minstrel rate rontrol algorithm
Não abordamos outras configurações de opções de rede do kernel neste artigo por não fazerem parte do escopo do mesmo, estou partindo da premissa que o administrador ou usuário tenha este conhecimento prévio.
# cd /usr/src/linux
# make clean && make bzImage && rm /boot/config /boot/System.map && cp System.map /boot/System.map-2.6.25-ap && cp .config /boot/config-2.6.25-ap && cp arch/i386/boot/bzImage /boot/vmlinuz-2.6.25-ap
Criando os links simbólicos:
# cd /boot/
# ln -sf vmlinuz-2.6.25-ap vmlinuz-2625-ap && ln -sf config-2.6.25-ap config && ln -sf System.map-2.6.25-ap System.map
Compilando e instalando os módulos:
# cd /usr/src/linux
# make modules && make modules_install
Configurando o Lilo:
Acrescente o novo kernel ao seu /etc/lilo.conf:
image = /boot/vmlinuz-2625-ap
root = /dev/sda1
label = 2.6.25-ap
read-only
Execute o lilo para que ele acrescente as novas alterações ao MBR do seu disco.
O driver Madwifi instalou o utilitário wlanconfig em seu sistema, agora vamos usá-lo.
Resetando o cartão e setando-o como AP (modo master):
# wlanconfig ath0 destroy
# wlanconfig ath0 create wlandev wifi0 wlanmode ap
Configuraremos o modo de operação a/b/g ou auto conforme nossa necessidade.
O exemplo abaixo configura o seu cartão Atheros para operar em 802.11b 11Mb/s 2.4GHz:
# iwpriv ath0 mode 2 wds 1 turbo 0 dtim_period 2 bintval 25
Caso deseje outro modo de operação segue abaixo a tabela de opções:
Modo Código Descrição
Auto 0 Modo de Seleção Automático
802.11a 1 ou 11a 5.8 GHz 108 Mb/s (caso o seu chipset suporte)
802.11b 2 ou 11b 2.4 GHz 11 Mb/s
802.11g 3 ou 11g 2.4 GHz 54 Mb/s
Configurações avançadas
Criando uma whitelist de endereços MAC (permite somente os listados).
Primeiramente zeramos a lista do cartão:
# iwpriv ath0 maccmd 3
Agora criamos a whitelist:
# iwpriv ath0 maccmd 1
Agora inserimos os MACs que poderão acessar no AP:
# iwpriv ath0 addmac 00:12:0E:A1:87:AB
Para removermos o MAC da whitelist:
# iwpriv ath0 delmac 00:12:0E:A1:87:AB
E para rompermos a conexão do MAC, visto que se este mac estiver conectado não bastará excluí-lo da blacklist, para que não tenhamos que derrubar nossa interface de rede ou esperar que o cliente desconecte, usamos o seguinte comando:
# iwpriv ath0 kickmac 00:12:0E:A1:87:AB
Segue abaixo uma tabela para criação e manipulação de listas de acesso por endereços MAC:
# iwpriv athX maccmd 3
Zera as listas existentes sejam brancas ou negras
# iwpriv athX maccmd 1
Cria uma whitelist (permite acesso somente de MACs listados)
# iwpriv athX maccmd 2
Cria uma blacklist (nega acesso somente aos MACs listados)
# iwpriv athX addmac 00:01:02:AB:CD:EF
Adiciona um MAC a lista
# iwpriv athX addmac 00:01:02:AB:CD:EF
Remove um MAC da lista
# iwpriv athX kickmac MAC
Desfaz uma conexão ativa de um MAC
Nem é preciso falar que esta técnica de bloqueio por endereço MAC é muito fraca, pois pode-se facilmente spoofar um MAC. Sugiro que leiam meu artigo sobre isso neste link ou aqui no VOL em Gateway autenticado com Apache, Iptables e CGI em shell.
Modos de autenticação:
# iwpriv athX authmode 1
Sistema aberto (default)
# iwpriv athX authmode 2
Usa chaves compartilhadas
# iwpriv athX authmode 3
Usa o 802.11x
Impedindo que os clientes se enxerguem:
# iwpriv ath0 ap_bridge 0
(para permitir o parâmetro é 1)
Melhorando a performance de links ponto-a-ponto e de uma rede sem fio infra-estruturada.
Em links dedicados ponto a ponto e em access points é completamente desnecessária a varredura de fundo empregada para a identificação das redes sem fio disponíveis, podemos melhorar e muito a performance desabilitando esta funcionalidade. O comando é:
# iwpriv ath0 bgscan 0
Os recursos dos chipsets Atheros e do drivers Madwifi são muitos, que não seria possível descrevê-los todos nestas poucas linhas, portanto sugiro que pesquisem no wiki existente no site do projeto, este artigo já atinge seu objetivo para quem precisa de um AP possante aliado aos recursos de um servidor. O que proporciona um enorme ganho de performance, e economia de banda para provedores de todos os portes proporcionando, inclusive a segurança necessária que os APs tradicionais não possuem.
Fontes de consulta:
Postado por Manutenção.net às 00:05 0 comentários
Artigos Relacionados:É um problema enfrentado por muitos administradores de sistemas/redes que
esquecem-se das passwords do Windows ou como foi o meu caso deparei com um
cliente que o seu ex-admin por revanche ou coisa assim negou-se a conceder
as senhas de um pequeno repositório de arquivos implementado com Windows
XP Professional. Eu já havia experimentado um distro que prometia fazer o
serviço mas nunca consegui sair do chão com ela, então como sempre usei as
unhas para resolver o problema. Vamos aos passos!
1 - Primeiramente peguei um HD de rascunho que sempre anda em minha pasta,
que uso para backups e coisas do gênero e instalei o Windows XP
Professional e atribuí uma senha de administrador a famosa e inesquecível
123. Formatei a primeira partição como NTFS e a segunda como FAT32 para
que me fosse mais fácil manipular os arquivos de que precisava.
2 - Depois de checar o funcionamento do monstrinho reciniciei a máquina
com o Slax Killbill Edition, escolhi esta versão pois ela nativamente tem
compatibilidades com NTFS (somente leitura) e copiei todo o conteúdo do
diretório C:\WINDOWS\system32\config\ para a partição FAT32 neste
diretório estão os arquivos de senhas do Windows. No Slax GNU/Linux o path
de origem correto é /mnt/hda1/WINDOWS/system32/config/
3 - Feita a cópia dos arquivos e diretórios mencionados
cp -Rf /mnt/hda1/WINDOWS/system32/config/ /mnt/hda2/ArquivosDeSenhas/
alterei suas permissões para exatamente a mesma forma em que se
encontravam na partição NTFS montada, embora eu não tivesse certeza que
este passo fosse necessário, preferí fazer isso para manter os arquivos
tão íntegros quanto possível, pois não tinha muito tempo a perder.
chmod -Rf 500 /mnt/hda2/ArquivosDeSenhas/
Os arquivos tiveram suas permissoes alteradas durante a cópia para a
partição FAT32 por isso julguei este passo necessário. Isso é uma
característica do Windows XP, uma operação de cópia dá ao arquivo as
permissões do diretório de destino.
4 - Vocês certamente perguntarão, "-Ora por que você não iniciou a máquina
com seu HD e copiou os arquivos pelo próprio Windows?" A Resposta: O
Windows não permite que você os copie para outro lugar nem mesmo
empregando o console de recuperação do CD-ROM do Windows! Isso é sabido de
todos os administradores Windows avançados! Então peguei o meu HD e o
coloquei como slave na máquina e a reiniciei com o bom Slax!
5 - Não foi necessária nenhuma configuração de rede pois havia um pequeno
servidor DHCP em um modem ADSL e baixei o captive.
wget
http://www.jankratochvil.net/project/captive/dist/captive-static-1.1.7.tar.gz
Descompactei-o...
tar -zxvf captive-static-1.1.7.tar.gz
e instalei o Captive
cd /root/captive-static-1.1.7
./install
6 - Uma vez instalado o Captive, desmonte a primeira partição do primeiro
HD que é montada pelo Slax
umount /dev/hda1
ATENÇÃO /dev/hda agora é o HD do cliente!
em seguida monte novamente a primeira partição do primeiro HD através do
Captive
mount -t captive-ntfs /dev/hda1 /mnt/hda1/
Pronto! A partição NTFS está montada com suporte a escrita.
7 - Copie os arquivos que estão na partição FAT32 do segundo HD(HD do
técnico que ficou como slave), para o primeiro HD (HD do cliente).
cp -Rf /mnt/hdb2/ArquivosDeSenhas/* /mnt/hda1/WINDOWS/system32/config/
8 - Feito isso desliguei a máquina, desconectei meu HD, o slave e retirei
o CD-ROM do Slax e Reiniciei a máquina.
9 - Parla! Pronto a máquina estava no ar com a senha de Administrador 123
10 - Como não podia deixar de ser depois do cliente salvar seus arquivos,
e-mails etc. Implementei para ele um vetusto servidor de arquivos e
controlodaor de domínio com o Samba!
ATENÇÃO: Eu não experimentei esta operação em um Windows Server 2000 ou
2003 como controlador de domínio e uma enorme quantidade de contas não
tenho a mínima idéia do que ocorreriam com as contas de usuário ou os
impactos sobre o Active Diretory! Portanto não tentem esta operação em
servidores de ambiente de produção sem testar antes em uma máquina
isolada, sob pena de perderem seus empregos! A operação funcionou
corretamente em uma estação que estava erroneamente sendo usada como um
servidor e pode ser usada sem problemas em qualquer estação NT, 2000 e XP.
Créditos ao meu amigo Carlos Affonso Henriques
Continue lendo >>©Template by manutenc@o.net.